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Duplicação Urgente da BR-116 leva grande público a Camaquã

Publicado 21 Abr

Durante painel Duplicação Urgente, a bancada gaúcha anunciou que levará a demanda da duplicação ao presidente Michel Temer. Para o coordenador da Aliança Pelotas e presidente do Sindilojas Pelotas, Gilmar Bazanella, a partir deste evento abre-se um caminho significativo para concluir a duplicação e aumentar a capacidade de desenvolvimento da região. “A demora está fazendo com que, ao invés de avançar, a obra regrida. Quanto mais o tempo passa sem que se enxergue o fim da construção, mais cara ela se torna”, afirmou, ressaltando a urgência da conclusão. 

 
Com um auditório lotado, aconteceu nesta sexta-feira, em Camaquã, a mobilização pela conclusão das obras da BR-116, promovida pelo movimento Juntos Pela Duplicação, onde foram discutidas propostas que poderiam acelerar a entrega da segunda pista da rodovia que, somente no último ano, registrou 238 acidentes. Destes, 33 foram colisões frontais típicas de estradas de pista simples. 
 
O encontro, mediado pelo jornalista Daniel Scola, da Rádio Gaúcha, contou com a presença do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e reuniu senadores, deputados, prefeitos, empresários, familiares de vítimas de acidentes e moradores dos municípios das regiões Sul e Centro-Sul. 
 
Coordenador da frente parlamentar federal pela duplicação, o deputado federal Afonso Hamm criticou a escassez de dinheiro encaminhado para a obra. "Em média, a cada ano são pagos pouco menos de 10% do valor total. Se continuar neste ritmo só será possível concluir a BR em dez anos". 
 
Conforme o analista de infraestrutura do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Hiratan Pinheiro da Silva, dos nove lotes em que a obra foi dividida, três estão em estágio mais avançado (3, 8 e 9) e podem ser entregues até o fim de 2018, caso o governo federal cumpra o repasse de R$ 99,5 milhões prometidos. Se isso ocorrer, seriam os primeiros 63 quilômetros de pista dupla no empreendimento, sendo 24 quilômetros no contorno de Pelotas. O desafio, no entanto, requer uma diminuição nos custos do asfalto, que aumentaram em 10% em relação ao valor do contrato enquanto as obras estiveram paralisadas. “É essencial que o governo negocie com a Petrobras", afirma. A empresa é a única fornecedora do Cimento Asfáltico utilizado na pavimentação. 
 
Para tentar ampliar o orçamento para a obra, o senador Lasier Martins e o coordenador da bancada gaúcha no Congresso Nacional, deputado Giovani Cherini, pretendem agendar na próxima terça-feira (24) uma reunião com o presidente Michel Temer, para tentar ampliar para R$ 200 milhões o repasse em 2018. Segundo Bazanella, uma das lideranças a frente do movimento pela duplicação, hoje o valor necessário para terminar a duplicação seria de R$ 780 milhões. Em junho do ano passado a projeção do Dnit era de R$ 660 milhões, por isso a urgência na liberação de recursos. Prevista para ser liberada em 2015, a duplicação está com cerca de 60% das obras concluídas, mas sem perspectiva de entrega. 
 
No fim do painel, relatos de familiares de vítimas de acidentes fatais que poderiam ter sido evitados com a duplicação emocionaram os presentes, como o de Rosemeri Bartz, que há oito meses perdeu o filho João Júlio, de 24 anos. "As pessoas precisam entender que uma obra pode até ter preço, mas uma vida não. Se a estrada já estivesse duplicada talvez meu filho tivesse uma chance”, disse.

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